Angelo Marcos Ganzala., Advogado

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Comentário · há 12 anos
Riscos da transfusão de sangue

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=medicos-questionam-benefícios-da-transfusao-de-sangue&id=3242

Nos últimos 10 anos, uma série de estudos descobriu que, muito longe de salvar vidas, as transfusões de sangue podem efetivamente colocar em risco a vida dos pacientes. Agora, um grupo de cirurgiões e anestesistas está questionando se o procedimento deve ser realmente adotado livremente como acontece hoje.
"Normalmente, quando há uma incerteza clínica sobre um tratamento, você não o administra, mas nós continuamos aplicando a transfusão," diz o Dr. James Isbister, do Royal North Shore Hospital, na Austrália.

O problema está no sangue

Agora, segundo um novo estudo coordenado por médicos ingleses, não há nenhuma pesquisa que demonstre que a transfusão de sangue seja benéfica, a não ser quando o paciente está com uma hemorragia que não possa ser estancada. Segundo o Dr. Gavin Murphy, do Bristol Heart Institute, o que há são vários estudos alertando para os perigos da transfusão de sangue.

O estudo avaliou uma série de outras pesquisas médicas já publicadas, mostrando que o problema não está com o grandemente propalado risco de se constrair uma infecção, ou doenças como a AIDS ou a hepatite - o maior problema está no próprio sangue.

Transfusão aumenta taxa de mortalidade de pacientes

Várias das pesquisas revisadas mostram que as transfusões de sangue, particularmente as que contêm glóbulos vermelhos, estão ligadas a altas taxas de mortalidade em pacientes que tiveram um ataque cardíaco, que passaram por cirurgias cardíacas ou que estão em estado crítico.

A natureza exata da conexão entre a transfusão de sangue e a alta taxa de mortalidade ainda é incerta, mas as evidências apontam para alterações químicas no sangue já envelhecido, seu impacto sobre o sistema imunológico e para a capacidade do sangue em transportar oxigênio.

Risco da transfusão maior do que risco de infecção

De fato, a maioria dos especialistas agora concordam que o risco representado pela própria transfusão de sangue é muito maior do que os riscos de uma infecção adquirida durante a transfusão. "Provavalmente entre 40 e 60 por cento das transfusões de sangue não são boas para os pacientes," afirma o Dr. Bruce Spiess, da Virginia Commonwealth University.

As transfusões de sangue se tornaram um elemento básico da medicina durantes as duas guerras mundiais, quando ela foi utilizada como último recurso para salvar soldados que haviam sofrido perdas massivas de sangue. Mas agora, longe de estar restrita a hemorragias catastróficas, as transfusões são utilizadas rotineiramente como um tratamento opcional, mais comumente em pacientes internados em UTIs ou passando por grandes cirurgias.

Risco maiores

As coisas começaram a mudar em 1999, quando um estudo feito no Canadá demonstrou que um número significativamente menor de pacientes morria depois da transfusão de sangue se eles recebessem a transfusão apenas quando os níveis de hemoglobina caíam abaixo de 70 g/l de sangue, e não 100 g/l, como é feito normalmente.

Um estudo mais recente descobriu que, em pacientes que sofreram ataques cardíacos, apresentando hematócritos acima de 25%, uma transfusão de sangue está associada com um risco de morte três vezes maior ou com um segundo ataque cardíaco num intervalo de 30 dias. (Journal of the American Medical Association, vol 292, p 1555).

Para quase 9.000 pacientes que sofreram cirurgias cardíacas na Inglaterra entre 1996 e 2003, receber uma transfusão de glóbulos vermelhos está associado com um risco três vezes maior de morrer dentro de um ano, e um risco quase seis vezes maior de morrer em até 30 dias depois da cirurgia.

As transfusões de sangue também estão associadas a mais infecções e altas taxas de incidência de derrames cerebrais, ataques cardíacos e falhas nos rins - complicações normalmente associadas a uma falta de oxigênio nos tecidos.
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Comentário · há 12 anos
Ciência, Bíblia, Sangue e Deus
Artigo Ciêntifico da Duke University Medical Center, Publicada Na Revista Proceedings of National Academy of Sciences: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL146947-5603,00-TRANFUSAO+DE+SANGUE+PODE+SER+PREJUDICIAL+DIZEM+CIENTISTAS.html
http://www.youtube.com/watch?v=7xJGvf9DjNg
Pesquisadores da Duke University Medical Center acreditam ter descoberto o problema com o sangue armazenado. Uma descoberta científica muito recente põe por terra as críticas sobre o sangue doado e armazenado. Publicada na revista Proceedings of National Academy of Sciences, diz que as transfusões de sangue poderiam ser prejudiciais e mortais para muitos pacientes, porque o sangue doado perde um gás, o óxido nítrico, que permite a transferência de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O sangue armazenado perde o óxido nítrico, e pode ser mortal para a pessoa que recebe o sangue. Os efeitos negativos podem ser sentidos em um mês após a transfusão.
Os estudos demonstram que o sangue começa a se decompor quase que imediatamente depois que sai do corpo do doador. Num intervá-lo de apenas 3 horas depois de tirado do corpo nota-se uma grande decomposição do sangue. Quanto se decompõe um sangue armazenado a 42 dias? Não sabemos, mas é o tempo que se armazena o sangue doado, para depois ser destruído. Pesquisadores dizem: "Surpreendeu-nos a velocidade com que o sangue muda ao sair do corpo. Vimos sinais claros do diminuição do óxido nítrico nas primeiras três horas" , afirmou Timothy McMahon, que dirigiu um estudo que analisou durante intervalos regulares a composição química do sangue doado.
Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio, segundo Stamler, cujo estudo descreve pela primeira vez a função desse gás. "O resultado pode ser um ataque do coração e inclusive a morte", alertou o médico.
Derrame cerebral e ataque cardíaco: Nos últimos cinco anos, numerosos estudos demonstraram que as pessoas que recebem transfusões sangüíneas têm mais probabilidade de sofrer um derrame cerebral e um ataque cardíaco, e de morrer. O papel do óxido nítrico na doença vascular tem sido investigada nos últimos duas décadas e os cientistas descobriram que a molécula está envolvida em muitas doenças cardiovasculares, incluindo aterosclerose e espessamento do endotélio.
O sangue não pode funcionar adequadamente sem o óxido nítrico, uma vez que este gás ajuda o sangue a fornecer os nutrientes vitais para os tecidos. Ele faz isso levando oxigênio aos tecidos, e ao abrir os vasos sanguíneos minúsculos no corpo de modo que o sangue possa fluir mais facilmente. Além do mais, a recuperação da capacidade de transporte de oxigênio nas hemácias demora várias horas para se conseguir recuperar as suas capacidades terapêuticas. Então a transfusão se torna ainda mais questionável, pois o sangue demora 24 horas para recuperar suas capacidades terapêuticas. Então como poderia salvar uma pessoa que esta em risco eminente de morte se demora tudo isso?
Transfusões de sangue muitas vezes, podem matar os pacientes que se destinam a ajudar. Durante anos, foi conhecido que os pacientes que recebem o sangue doado correm um risco muito maior de morrer de ataques cardíacos e outros problemas cardíacos nas semanas seguintes à transfusão de sangue.
Estudos têm demonstrado que pacientes que receberam doação de sangue durante uma transfusão que não consegue restaurar o oxigênio para o tecido morrendo, permanece sem executar essa função, e tem uma chance de 25% de ter um ataque cardíaco e 8% de chance de morrer dentro de um mês da transfusão de sangue .
Além de abrir os vasos, o óxido nítrico dá flexibilidade aos glóbulos vermelhos. À medida que seu nível cai, essas células endurecem, o que torna mais difícil que se deformem para passar pelos minúsculos vasos capilares, segundo os especialistas de Duke Obstrução essa que acaba por ocasionar a morte da pessoa que recebeu esse sangue decomposto.
Milhões de pacientes recebem transfusões com sangue cuja capacidade de levar oxigênio está comprometida - assinalaram os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke, que publicaram os estudos na revista "Proceedings of the Natural Academy of Sciences".O sangue pode tanto salvar quanto pode matar, mas não ajuda da forma como esperávamos, e em muitos casos pode ser prejudicial , pois sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio e morren, podendo matar a pessoa em apenas um mês, disse Jonathan Stamler, o pesquisador-chefe de um dos estudos.
"Não há dúvida de que as transfusões de sangue podem ser prejudiciais", disse Stamler cientista médico. "Há muitas dúvidas sobre a gravidade do problema do sangue armazenado e doado", acrescentou. “O sangue doado pode matar rapidamente, ou deixar seqüelas no corpo”.
Você talvez pense: ‘Se a medicina transfusional é tão arriscada assim, por que o sangue é tão usado, especialmente quando há alternativas?’ Uma das razões é que muitos médicos simplesmente relutam em mudar os métodos de tratamento, ou não estão a par de terapias hoje usadas como alternativa às transfusões. São mais de 19 terapias alternativas. Segundo um artigo no periódico Transfusion, “as decisões que os médicos tomam em relação às transfusões baseiam-se naquilo que lhes foi ensinado, na sua formação cultural e na sua ‘opinião clínica’.
De fato, não são poucos os profissionais da área de saúde que concordam com um hematologista que disse à Despertai!: “Nós, que somos especialistas em medicina transfusional, não gostamos de receber nem de administrar sangue.” Se esse é o sentimento entre algumas pessoas bem treinadas da comunidade médica, como os pacientes devem se sentir?
Alguns médico dizem, que alguns médicos são verdadeiros açougueiros, pois fazem as cirugias sem cauterizar os vasos, e produzem grande vazamento de sangue do organismo, e como é mais fácil colocar sangue do que cauterizar vasos, eles optam por esse método.
O sangue doado demora 24 horas para recuperar sua capacidade terapeutica. Mesmo se a transfusâo seja feita na hora, só 24 horas depois é que ele vai funcionar. Logo se o morribundo precisar de transfusão em uma emergencia, ele nâo se salvará por que se colocou sangue nas veias dele, mas pelo fato de aumentar o volume de liquido, que recompôe a pressão do sistema circulatório, evitando que a vítima entre em choque. Assim sendo, o que salva é o liquido e não o sangue que demora 24 horas para recuperar sua capacidade terapeutica.
Há cientistas que estudam atualmente os efeitos do sangue transfundido sobre o sistema de defesa, ou imunitário, do corpo. O que poderia isso significar para o leitor, ou para um parente que precise ser operado? No começo do século 20, os cientistas aprofundaram o entendimento do homem sobre a maravilhosa complexidade do sangue. Ficaram sabendo que existem diferentes tipos sanguíneos. Compatibilizar o sangue do doador com o sangue do paciente é algo crítico nas transfusões. Se alguém com sangue do tipo A receber o do tipo B, poderá apresentar grave reação hemolítica. Esta pode destruir muitas hemácias e matá-lo rapidamente. Ao passo que a classificação do tipo sanguíneo e os testes de compatibilização são agora uma rotina, ainda acontecem erros. Anualmente, há pessoas que morrem devido às reações hemolíticas.
Os fatos mostram que a questão da incompatibilidade vai muito além dos relativamente poucos tipos sanguíneos que os hospitais procuram compatibilizar. Por quê? Bem, o Dr. Douglas H. Posey Jr., em seu artigo “Transfusão de Sangue: Usos, Abusos e Riscos”, declara: “Há cerca de 30 anos, Sampson descreveu a transfusão de sangue como um procedimento relativamente perigoso . . . [Desde então] pelo menos 400 antígenos adicionais das hemácias foram identificados e caracterizados. Não resta dúvida de que tal número continuará a aumentar, porque a membrana da hemácia é tremendamente complexa.” — Revista Journal of the National Medical Association, de julho de 1989.
O Dr. John A. Collins escreveu a respeito deste efeito das transfusões de sangue: “Seria deveras irônico caso se comprovasse posteriormente que um ‘tratamento’, que dá muito pouca evidência de trazer qualquer benefício, agravasse ainda mais um dos principais problemas enfrentados por tais pacientes.” — Revista World Journal of Surgery, de fevereiro de 1987.]
O cientista dinamarquês Niels Jerne foi um dos agraciados com o Prêmio Nobel de Medicina de 1984. Quando lhe perguntaram por que ele recusara uma transfusão de sangue, ele disse: “O sangue duma pessoa é como suas impressões digitais - não existem dois tipos de sangue exatamente iguais.”
O Dr. Knud Lund-Olesen escreveu: “Visto que . . . algumas pessoas dos grupos de alto risco se oferecem como doadores, por serem submetidas automaticamente a testes de detecção da AIDS, acho que existe motivo de se relutar em aceitar uma transfusão de sangue. As Testemunhas de Jeová já recusam isto por muitos anos. Será que elas olhavam para o futuro?” — Ugeskrift for Læger (Semanário dos Médicos), 26 de setembro de 1988.
São mais de 30 métodos de tratamentos alternativos. Citamos apenas 10 deles. O tratamento com o sangue não é o único tratamento usado, e nem é o que existe de melhor para tratar a pessoa. Pode-se usar apoio com oxigênio, manter o volume intravascular, usar dexitrano, ou inferrom, usar ácido fólico, usar vitamina b12 em alta dosagem, usar elitropoedina, usar apoio nutricional, usar agentes imúno-supressores, usar soluções de perfúlo de carbono, usar fator dissimulador de colônia de granúlócitos, usar terapia de oxigênio hiperbálico. Notem que não é só a transfusão de sangue o único tratamento disponível. Sistema de Recuperação de Sangue Autólogo; Coagulador a Raio Laser; Expansores do Volume do Plasma; Eritropoetina Sintética; o Cell-Saver e o Monitor Cutâneo são amplamente empregados.
Entrementes, contrário ao que se pensa, há tratamentos alternativos substituindo o sangue com eficácia análoga e menores riscos, os quais podem ser utilizados com igual êxito para praticamente todos os procedimentos médicos em que se utilizam transfusão sangüínea.

No Brasil, já por mais de uma década os médicos vêm utilizando técnicas em substituição à transfusão sangüínea. Temos diversas experiências bem-sucedidas nesse sentido, inclusive sem as costumeiras seqüelas do sangue. Exemplos notórios da viabilidade dessas alternativas são o HOSPITAL SÃO JOSÉ DO HAVAÍ, na cidade de ITAPERUNA, no Estado do Rio de Janeiro, que conta com mais de uma centena de médicos com experiência em tratar pacientes sem sangue, isso desde a década de 90; e os HOSPITAIS SÃO LUCAS e PAULO SACRAMENTO, na cidade de São Paulo, que realizam tratamentos médicos sem sangue para quaisquer pessoas e para quaisquer tipos de tratamentos médicos, inclusive para cirurgias de emergência
Sou profissional da saúde a 15 anos. Atendo a traumas em emergência a 15 anos. Sou bombeiro Militar! Nós Bombeiros sabemos que quando uma pessoa perde bastante sangue num acidente, o médico administra liquido para repor o volume do sistema circulatório, para que ele recupere a sua pressão de funcionamento. O médico administra uma simples solução salina, a solução de Ringer e o dextrano como expansores do volume do plasma. Essa solução faz com que o organimso reaja e produza 20 X mais sangue que o normal. Portanto só a pessoa ignorante pensa que a transfusão de sangue é uma necessidade imediata, ou premente. Quando se injeta sangue no organismo humano o que salva o homem da morte provavelmente a luz desse artigo ciêntifico, na verdade não é o sangue em si como substância, mas sim o volume de liquido que repõe a pressão do sistema circulatório, esse sim salva e não precisa ser sangue, pode ser dextrano e solução de ringer...
...O sangue em si é prejudicial, pois ele se decompõe rapidamente e perde óxido nítrico e a capacidade de levar oxigênio e nutrientes as células vivas. Sem óxido nítrico, os vasos capilares não se dilatam, os glóbulos vermelhos se acumulam nas artérias e os tecidos não recebem oxigênio. O sangue pode ser uma coisa mortal para quem o recebe. Como pode ser visto logo atrás, é questionável se o sangue salva, ou mata uma pessoa. Há sérias dúvidas sobre a eficiência de uma transfusão.
Por que os médicos querem que continuemos sendo ignorantes dos riscos fatais de uma transfusão de sangue? Por que é mais fácil fazer cirurgias sem cauterizar vasos sanguíneos, e deixar vazar um monte de sangue do sistema circulatório, fazendo-o perder a pressão, e essa falta de pressão no sistema circulatório pode ocasionar uma parada cardíaca.
Por que fazem isso? Por que é mais fácil recolocar sangue por uma trasfusão usando o sangue de outra pessoa, para repor o sangue perdido, e o volume do sistema circulatório voltar a ter pressão. Por que os leva a economizar tempo. Ganhando mais tempo, podem fazer mais cirurgias, e ganhar mais dinheiro. Alguns médicos se tornaram verdadeiros mercenários em busca do dinheiro.
Há quem se arrisque a falar e eles são verdadeiros açougueiros nas suas cirurgias. Cortam e sangram o quanto podem, e deixam vazar sangue o quanto podem, pois basta recolocar sangue transfundido, e o problema aparentemente se resolve, mas será que é o método mais seguro? Veja a frente, o artigo cientifico que trata do assunto.
NÃO PRECISA SER O SANGUE CUJA CAPACIDADE DE SALVAR FOI DEMOSTRADA QUESTIONÁVEL, MAS O VOLUME DE LIQUIDO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO PODE SER REPOSTO PELA INJEÇÃO NAS VEIAS DE uma simples solução salina, a solução de Ringer e o dextrano, que podem ser usados como expansores do volume do plasma. ESSE LIQUIDO AUMENTA A PRESSÃO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO E ESTIMULA O CORPO A PRODUZIR 20 X MAIS SANGUE QUE O NORMAL, e com isso evitamos os vários riscos de uma transfusão.
http://www.qir.com.br/?p=15051
Os fatos mostram que a questão da incompatibilidade vai muito além dos relativamente poucos tipos sanguíneos que os hospitais procuram compatibilizar. Por quê? Bem, o Dr. Douglas H. Posey Jr., em seu artigo “Transfusão de Sangue: Usos, Abusos e Riscos”, declara: “Há cerca de 30 anos, Sampson descreveu a transfusão de sangue como um procedimento relativamente perigoso . . . [Desde então] pelo menos 400 antígenos adicionais das hemácias foram identificados e caracterizados. Não resta dúvida de que tal número continuará a aumentar, porque a membrana da hemácia é tremendamente complexa.” — Revista Journal of the National Medical Association, de julho de 1989.
Quando os médicos realizam um transplante de coração, do fígado, ou de outro órgão, o sistema imunológico do receptor pode detectar a presença do tecido estranho, e rejeitá-lo. Todavia, uma transfusão é um transplante de tecido. Mesmo o sangue que tenha sido “devidamente” compatibilizado pode causar a supressão do sistema imunológico. Numa conferência de patologistas, destacou-se o ponto que centenas de comunicados médicos “têm relacionado as transfusões de sangue com as reações imunológicas”. — Artigo “Aumentam os Argumentos Contra as Transfusões”, revista Medical World News, de 11 de dezembro de 1989.
Uma das principais tarefas do seu sistema imunológico é detectar e destruir as células malignas (do câncer). Poderia a imunidade suprimida levar ao câncer e à morte? Observe dois comunicados.O periódico Cancer (15 de fevereiro de 1987) forneceu os resultados dum estudo realizado nos Países-Baixos: “Em pacientes com câncer do cólon, notou-se significativo efeito adverso da transfusão sobre a sobrevida a longo termo. Neste grupo havia uma sobrevida cumulativa geral de 5 anos de 48% dos pacientes transfundidos e de 74% para os não-transfundidos.

Médicos da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, fizeram o acompanhamento de cem pacientes submetidos à cirurgia de câncer. “A taxa de recidiva para todos os casos de câncer da laringe era de 14% para os que não receberam sangue, e de 65% para os que receberam. Para o câncer na cavidade oral, da faringe, e do nariz ou sinus, a taxa de recidiva era de 31% sem as transfusões, e de 71% com as transfusões.” — Annals of Otology, Rhinology & Laryngology (Anais de Otorrinolaringologia), de março de 1989.

O que tais estudos sugerem sobre as transfusões? O Dr. John S. Spratt concluiu, em seu artigo “As Transfusões de Sangue e a Cirurgia do Câncer”: “O cirurgião cancerologista talvez precise tornar-se um cirurgião que não emprega sangue.” — Revista The American Journal of Surgery, de setembro de 1986.
Dr. John A. Collins escreveu a respeito deste efeito das transfusões de sangue: “Seria deveras irônico caso se comprovasse posteriormente que um ‘tratamento’, que dá muito pouca evidência de trazer qualquer benefício, agravasse ainda mais um dos principais problemas enfrentados por tais pacientes.” — Revista World Journal of Surgery, de fevereiro de 1987.
Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas requerem transfusões a cada ano, as quais recebem 14 milhões de unidades de glóbulos vermelhos. O sangue doado é guardado por um período máximo de 42 dias, após o qual é destruído.
Seria coerente da parte de um cristão esclarecido sobre a questão do sangue tanto do ponto de vista ciêntifico, quanto do ponto de vista religioso, ganhar mais um pouco de vida nesse sistema de coisas, e perder a perspectiva da vida eterna no novo mundo por violar a ordem de se abster de sangue?
O animal morto por si mesmo continha seu sangue coagulado por inteiro e por motivos financeiros, obviamente, jeová permitiu que fosse vendido ao estrangeiro e ao residente forasteiro NÃO PROSÉLITO. Os prosélitos não podiam comer sangue sob pena de responder pelo erro, caso não se redimisse.
Levitico 17:14... Pois a alma de todo tipo de carne é seu sangue pela alma nele. Por conseguinte, eu disse aos filhos de Israel: “Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue. Quem o comer será decepado [da vida]. (INCLUSIVE O SANGUE HUMANO,POIS FALA DE TODO TIPO DE SANGUE)
Levítico 3:17 – “Estatuto perpétuo será durante as vossas gerações, em todas as vossas moradas GORDURA nenhuma, nem sangue jamais comereis.” (Hoje a ciência descobriu o motivo de o sangue e a gordura fazerem mau ao organismo, por ocasionar entupimento dos vasos, ocasionando a morte, e reações transfusíonais que também ocasionam a morte. Deus sabia o que dizia quando mandou se abster de sangue e gordura, sabia que fazia mau para o corpo humano).
No primeiro século surgiu uma polêmica sobre o uso do sangue entre os Judeus,O assunto foi levado aos anciãos e apóstolos em Jerusalém. Sob o arranjo Cristão, O corpo governante da congregação cristã do primeiro século, sob a direção do espírito santo, regulou a questão do sangue. Seu decreto declara: Atos 15: 28, 29 “Pois, pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos não vos acrescentar nenhum fardo adicional, exceto as seguintes coisas necessárias: de persistirdes em abster-vos de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação. Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. Tereis saúde para vós!” (Atos 21:25... Quanto aos crentes dentre as nações, já avisamos, dando a nossa decisão, de que se guardem do que é sacrificado a ídolos, bem como do sangue e do estrangulado, e da fornicação.”). (Atos 15:21... Então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, junto com toda a congregação, enviar a Antioquia homens escolhidos dentre eles, junto com Paulo... ...e Barnabé, a saber, Judas, que era chamado Barsabás, e Silas, homens de liderança entre os irmãos).
Transfusões de Sangue Será que a proibição bíblica inclui sangue humano? Sim, e os primeiros cristãos entenderam assim. Atos 15:29 diz para ‘persistir em abster-se de sangue’. Não diz meramente abster-se de sangue animal. (Compare com Levítico 17:10, onde se proíbe comer “qualquer espécie de sangue”.) Tertuliano famoso historiador Romano (que escreveu em defesa das crenças dos primitivos cristãos) declarou: “O interdito do ‘sangue’, nós entenderemos como sendo (um interdito) ainda mais do sangue humano.” — The Ante-Nicene Fathers, Vol. IV, p. 86.
Num hospital, quando um paciente não consegue alimentar-se pela boca, ele é alimentado endovenosamente. Ora, será que alguém que jamais poria sangue em sua boca, mas que aceitasse sangue por meio de transfusão, estaria realmente obedecendo à ordem de ‘persistir em abster-se de sangue’? (Atos 15:29) A título de comparação, considere o caso de um homem a quem o médico dissesse que precisa abster-se de álcool. Estaria ele obedecendo à ordem, se deixasse de beber álcool, mas fizesse que este lhe fosse injetado diretamente nas veias?
No caso de um paciente que recusa sangue, há tratamentos alternativos? Com freqüência, uma simples solução salina, a solução de Ringer e o dextrano podem ser usados como expansores do volume do plasma, e estes estão disponíveis em quase todos os hospitais modernos. O tratamento com o sangue não é o único tratamento usado, e nem é o que existe de melhor para tratar a pessoa. Pode-se usar apoio com oxigênio, manter o volume intravascular, usar dexitrano, ou inferrom, usar ácido fólico, usar vitamina b12 em alta dosagem, usar elitropoedina, usar apoio nutricional, usar agentes imúno-supressores, usar soluções de perfúlo de carbono, usar fator dissimulador de colônia de granúlócitos, usar terapia de oxigênio hiperbálico. Notem que não é só a transfusão de sangue o único tratamento disponível. São mais de 10 tratamentos alternativos. Na verdade, os riscos acompanhantes do uso de transfusões de sangue são evitados pelo uso dessas substâncias. O Canadian Anaesthetists’ Society Journal (de janeiro de 1975, p. 12) diz: “Os riscos da transfusão de sangue são as vantagens dos substitutos do plasma: evitar a infecção bacteriana ou viral, as reações transfusionais e a sensibilização ao fator Rh.” As Testemunhas de Jeová não têm objeção religiosa ao uso de expansores do plasma que não contenham sangue.
Vídeo sobre os investimentos do governo americano no tratamento sem sangue: http://www.youtube.com/watch?v=-ICYAh1kbNo
Outro Vídeo sobre os investimentos do governo americano no tratamento sem sangue, e quem eles procuraram para saber dos tratamentos alternativos: www.youtube.com/watch?v=-ICYAh1kbNo5
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